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As masculinidades em María Candelaria e Flor Silvestre (de Emilio “Indio” Fernández)

Joelma Ferreira dos Santos

Resumen


Resumo: O cinema mexicano viveu sua época de ouro nos anos 1940, período de efervescência político-social pós-revolucionária em que estavam em pauta discussões sobre a construção da identidade nacional, do tipo representacional “do mexicano” e, consequentemente, de um ideal de masculinidade. É nesse contexto que se situam as obras María Candelaria (María Candelaria (Xochimilco), Emilio Fernández, 1943), e Flor Silvestre (Emilio Fernández, 1943), dirigidas por um dos maiores cineastas daquele país, cujos filmes contam, em grande medida, com personagens indígenas. O objetivo deste ensaio é discutir representações de masculinidades nos filmes supramencionados, considerando os elementos étnicos e sociais presentes nessas obras, num momento em que se forjava um modelo baseado no fenótipo do branco, dono de fazendas e senhor de outros homens e mulheres. Para tanto, serão discutidos conceitos como masculinidades hegemônicas e subalternas a partir R. Connell, entre outros autores.

Palavras-chave: gênero, masculinidades, cinema mexicano.

Abstract: Mexican cinema had its golden age in the 1940s, a period of post-revolutionary socio-political unrest in which discussions about the construction of national identity and of the representational type known as "Mexican man", and consequently, of an ideal of masculinity, were on the agenda. It is in this context that María Candelaria/Portrait of Maria--María Candelaria (Xochimilco)Emilio Fernández, 1943) and Flor Silvestre/Wild Flower (Emilio Fernández, 1943) are situated. Both are directed by one of the country's greatest directors, whose films portray mostly indigenous characters. This essay discusses the representations of masculinity in the aforementioned films, considering the ethnic and social elements present in these works at a time when a model based on the white phenotype --farm owner and master of other men and women-- was being forged. The article is based on concepts such as R. Connell's hegemonic and subaltern masculinities among others.

Key words: gender, masculinities, Mexican cinema


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